quarta-feira, 15 de julho de 2009

Treinamento

Foto: Cacá Corrêa.



Treinamento periódico ministrado pelo diretor Cacá Corrêa. Participantes: Carol Boabaid, Mariane Feil, Aline Maya, Natanael Machado, Aline Porto, Têre Manfred, Gustavo Bieberbach, Cleide Pessoa e Luciana Rocha.


"CARTA AO ATOR D" escrita por Eugênio Barba.





Freqüentemente me surpreende a ausência de seriedade em seu trabalho. Não é devido à falta de concentração ou de boa vontade. É a expressão de suas atitudes.Antes de tudo, tem-se a impressão de que suas ações não são ditadas por uma convicção interior ou por uma necessidade que deixa sua marca no exercício, na improvisação, na cena que você executa. Você pode estar concentrado no seu trabalho, não estar se poupando, seus gestos podem, tecnicamente, ser precisos e, no entanto, suas ações continuam sendo vazias. Não acredito no que você está fazendo. O seu corpo só diz uma coisa: obedeço a uma ordem dada de fora. Seus nervos, seu cérebro, sua coluna não estão comprometidos, e, com uma atitude epidérmica, quer me fazer crer que cada ação é vital para você. Você mesmo não percebe a importância do que quer fazer partícipe os espectadores.Então, como pode esperar que o espectador fique preso por suas ações? Como você poderia, assim, afirmar e fazer compreender que o teatro é o lugar onde as convenções e os obstáculos sociais devem desaparecer, para deixar lugar a uma comunicação sincera e absoluta? Você neste lugar representa a coletividade, com as humilhações que passou, com seu cinismo que é autodefesa, e seu otimismo, que é a própria irresponsabilidade, com seu sentimento de culpa e sua necessidade de amar, a saudade do paraíso perdido, escondido no passado, na infância, no calor de um ser que lhe fazia esquecer a angústia.Todas as pessoas presentes nesta sala ficariam sacudidas se você efetuasse, durante a representação, um retorno a estas fontes, a este terreno comum da experiência individual, a esta pátria que se esconde. Este é o laço que o une aos outros, o tesouro sepultado no mais profundo do nosso ser, jamais descoberto, porque é nosso conforto, porque dói ao tocá-lo.A segunda tendência que vejo em você é o temor de levar em consideração a seriedade deste trabalho: sente uma espécie de necessidade de rir, de distrair-se, de comentar humoristicamente o que você e seus companheiros fazem. É como se quisessem fugir da responsabilidade que sente, inerente à sua profissão, e que consiste em estabelecer uma relação e em assumir a responsabilidade do que revela. Você tem medo da seriedade deste trabalho, da consciência de estar no limite do que é permitido. Tem medo de que tudo aquilo que faz seja sinônimo de fanatismo, de aborrecimento, de isolamento profissional. Porém, num mundo em que os homens que nos rodeiam já não acreditam em mais nada ou pretendem acreditar para ficarem tranqüilos, aquele que se afunda em si mesmo para enfrentar a sua condição, a sua falta de certezas, a sua necessidade de vida espiritual, é tomado por um fanático e por um ingênuo. Num mundo, cuja norma é o enganar, aquele que procura "sua" verdade é tomado por hipócrita.Deve aceitar que tudo no que você acredita, no que você dá liberdade e forma no seu trabalho, pertence à vida e merece respeito e proteção. Suas ações, na presença da coletividade dos espectadores, devem estar carregadas da mesma força que a chama oculta na tenaz incandescente, ou na voz da sarça ardente. Somente então, suas ações poderão fermentar conseqüências imprevisíveis.Enquanto Dullin jazia em seu leito de morte, seu rosto se retorcia assumido as máscaras dos grandes papéis que viveu: Smerdiakov, Volpone, RicardoIII. Não era só o homem Dullin que morria, mas também o ator e todas as etapas de sua vida.Se lhe pergunto por que escolheu ser ator, me responderá: para expressar-me e realizar-me. Mas que significa realizar-se? Quem se realiza? O gerente Hansen que vive uma existência respeitável, sem inquietudes, nunca atormentado por estas perguntas que ficam sem resposta? Ou o romântico Gauguim que, depois de romper com as normas sociais, terminou sua existência na miséria e nas privações de uma pobre aldeia polinésia, Noa-Noa, onde acreditava ter encontrado a liberdade perdida? Numa época em que a fé religiosa é considerada como neurose, nos falta a medida para julgar o êxito ou o fracasso de nossa vida.Sejam quais foram as motivações pessoais que o trouxeram ao teatro, agora que você exerce esta profissão, você deve encontrar um sentido que vá além de sua pessoa, que o confronte socialmente com os outros.Somente nas catacumbas pode-se preparar uma vida nova. Esse é o lugar de quem, em nossa época, procura um compromisso espiritual se arriscando com as eternas perguntas sem respostas. Isto pressupõe coragem: a maioria das pessoas não tem necessidade de nós. Seu trabalho é uma forma de meditação social sobre si mesmo, sobre sua condição humana numa sociedade e sobre os acontecimentos de nosso tempo que tocam o mais profundo de si mesmo. Cada representação neste teatro precário, que se choca contra o pragmatismo cotidiano, pode ser a última. E você deve considerá-la como tal, como sua possibilidade de reencontrar-se, dirigindo aos outros a prestação de contas de seus atos, seus atos, seu testamento.


Se o fato de ser ator significa tudo isto para você, então surgirá um outro teatro; uma outra tradição, uma outra técnica. Uma nova relação se estabelecerá entre você e os espectadores, que necessitam de você.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

ESPETÁCULOS

ESPETÁCULOS DA PRIMEIRA FASE (2004-2010)


LÁ, NO FUNDO DO MAR... (2010), a partir dos desenhos da Mitologia Marinha de Franklin Joaquim Cascaes. Concepção e direção Geral: Cacá Corrêa Assistência de direção e operação de luz: Valéria Binatti. Operação de som: Bárbara Germani e Zeac Xavier. Cenotécnico: Romeu Binatti. Assistência de Produção: Nara Temosko e Têre Manfred. Atores manipuladores: Carol Boabaid e Gustavo Bieberbach. Confecção de bonecos e adereços: Apatotadoteatro. Categoria: Livre para todas as idades. 

SINOPSE: O espetáculo "Lá, no fundo do mar..." propõe ao espectador um mergulho no universo marinho através das formas criadas pelo grupo, todas confeccionadas com materiais recicláveis. De roteiro simples, sem texto e de forte impacto visual, sugere, através da contemplação, uma reflexão sobre a relação homem / meio ambiente. Algumas formas animadas são inspiradas nos desenhos do artista plástico catarinense Franklin Cascaes. TEATRO DE ANIMAÇÃO, 45 MINUTOS. ESTRÉIA DO ESPETÁCULO: Dia 07 de agosto de 2010 no Teatro da UBRO – Florianópolis/SC.

Foto: Valéria Binatti e Zeca Xavier. 
HISTÓRICO: O Projeto "Lá, no fundo do mar..., foi contemplado pelo Edital Elisabete Anderle de Incentivo à Cultura 2008/2009, promovido pela Fundação Catarinense de Cultura do Governo do Estado de Santa Catarina, através da produtora Farsa Imagens & Atos. Dando continuidade à pesquisa do imaginário ilhéu a partir da obra de Franklin Cascaes, o espetáculo foi idealizado por Cacá Corrêa e Gustavo Bieberbach e depois incorporadas à equipe Carol Boabaid e Valéria Binatti. O processo de montagem que durou oito meses, inciando no verão escaldante de Florianópolis e finalizando no inverno gelado e úmido da velha Desterro, dentro de um engenho de farinha da Praia do Santinho. Após a realização de vinte e oito apresentações em Florianópolis, inclusive uma participação no 38º FENATA - Festival de Teatro de Ponta Grossa/PR, o espetáculo sofreu uma irreparável perda: o falecimento de seu grande idealizador Cacá Corrêa.  Com o fôlego que ainda lhe restava participou em 2011 do 5º FITA - Festival Internacional de Teatro de Animação, do cronograma de apresentações do SESC Prainha e da Maratona Cultural de Florianópolis.

Foto: Valéria Binatti e Zeca Xavier.

 

Espetáculo de Conclusão das Oficinas de Artes do Teatro de UBRO (2008) 
ARQUIVO FRANKLIN (2008), a partir de anotações de Franklin Joaquim Cascaes, em parceria com a Fundação Municipal de Cultura Franklin Cascaes. Adaptação: Cacá Corrêa e Valéria Binatti. Direção geral: Cacá Corrêa. Assistência de direção: Valéria Binatti. Direção de Núcleos: Alexandre Dietrich, Fátima Guedes, Ive Luna, Mariana Coral e Simone Simon. Elenco: Addia Furtado; Adilson Buze; Alexandre Dietrich; Carol Boabaid; Eugênio Menegaz; Gustavo Bieberbach; Gustavo Vaccari; Juçara Mª Alves; Juliana Modro; Julyana N. Santos; Laura Cascaes; Lucas Peres; Luísa Juppe; Mariana Feil; Moema Juppe e Pedro Zacheu.Categoria: Adulto. ESTRÉIA DO ESPETÁCULO: Dia 11 de dezembro de 2008 no Teatro da UBRO – Florianópolis/SC;

Foto: Priscila Maeda.

Espetáculo de Conclusão das Oficinas produzidas pelo Grupo (2007) 
LISÍSTRATA – A greve do sexo (2007). Autor: Aristófanes. A partir de Oficina da Companhia realizada durante o ano de 2007. Adaptação: Apatotadoteatro. Direção: Cacá Corrêa. Elenco: Deva Medeiros, Gabi Kreusch, Gustavo Bieberbach, Ieda de Souza, Josy Ventura, Kall Pereira, Luisa Malta, Mariana Coral, Patrícia Araújo e Rodolfo de Carvalho. Categoria: Adulto.


ESTRÉIA DO ESPETÁCULO: Dia 09 de novembro de 2007 no Teatro da UBRO – Florianópolis/SC;


Foto: Priscila Maeda.


Foto: Priscila Maeda.

O ROUXINOL DO IMPERADOR (2007). Autor: Hans Christian Andersen. Adaptação e Direção: Cacá Corrêa. Elenco: Cacá Corrêa, Gustavo Bieberbach e Mariana Coral. Categoria: Infantil. 
SINOPSE: Ting Lin e Lam Pin são mandarins andarilhos que têm por missão levar aos quatro cantos do mundo uma fábula que se passa no distante Império da China. Nesta viagem, eles são acompanhados por seu mestre, que coordena a narrativa dos inquietos e arteiros chinesinhos para que a fábula não se modifique. Uma história sobre amizade, respeito e liberdade.
ESTRÉIA DO ESPETÁCULO: Dia 05 de maio de 2007 no Teatro da UBRO – Florianópolis/SC;

Foto: Priscila Maeda.
Foto: Priscila Maeda.


O MISTÉRIO DA LUZ DO BOTA (2006). Adaptação e Direção: Cacá Corrêa. Elenco: Cacá Corrêa, Gustavo Bieberbach, Mariana Coral, Rochele Alano e Têre Manfred. Categoria: Teatro de Animação Infantil. 

SINOPSE: O espetáculo narra as aventuras dos irmãos Iza e Toninho, e seus amigos Dudu, Natália e JP, crianças moradoras da Praia do Santinho (norte da ilha de Florianópolis) que precisam apresentar uma pesquisa sobre as lendas da “Ilha da Magia” para um trabalho escolar. Resolvem então pedir ajuda à sua avó, que lembra de uma “visagem” que chamavam de Luz do Bota, uma lenda com muitos mistérios. Baseado numa das Lendas da Ilha da Magia, nossa história é contada com muita música, beleza e alegria. ESTRÉIA DO ESPETÁCULO: Dia 22 de julho de 2006 no Teatro da UBRO – Florianópolis/SC;

Foto: Priscila Maeda.



Foto: Priscila Maeda.

O DESPERTAR DA PRIMAVERA (2005). Autor: Frank Wedekind. Adaptação: Apatotadoteatro. Direção: Cacá Corrêa. Elenco: Cacá Corrêa, Carol Boabaid, Cleide Pessoa, Daniel Niles, Deborah Reichmann, Fábio Sousa, Franklin Perciccote, Gustavo Bieberbach, Júlia Pinto, Letícia Nascimento, Luisa Malta, Marcos Reis, Maria Carolina Vieira, Nara Temosko, Neno Cardoso, Regina Zarling, Rochele Alano, Rodolfo de Carvalho e Têre Manfred. Categoria: Adulto.
ESTRÉIA DO ESPETÁCULO: Dia 15 de julho de 2005 no Teatro da UBRO – Florianópolis/SC;

Foto: Priscila Maeda.
Elenco Original do Espetáculo (2015): Foto de Priscila Maeda.
DOIS PERDIDOS NUMA NOITE SUJA (2004). Autor: Plínio Marcos. Direção: Cacá Corrêa. Elenco: Gustavo Bieberbach e Marcos Reis. Adulto.
 ESTRÉIA DO ESPETÁCULO: Dia 17 de novembro de 2004, no Teatro Casa da Armação – Florianópolis/SC;

Foto: João Ramos. 


O ESPANTALHO (Remontagem - 2004). Autor: Anton TcheKHov. Adaptação: Cacá Corrêa. Direção: Camilo de Lélis. Elenco: Cacá Corrêa. Categoria: Adulto. ESTRÉIA DO ESPETÁCULO: 1995, na Sala Carlos Carvalho - Porto Alegre/RS.

REMONTAGEM: Dia 06 de agosto de 2004, no Teatro da UBRO – Florianópolis/SC;


Foto: Priscila Maeda.

terça-feira, 16 de junho de 2009

LEIS DE INCENTIVO À CULTURA

PROJETOS APROVADOS:

FUNCULTURAL 2005 - Montagem e Manutenção do espetáculo “O DESPERTAR DA PRIMAVERA”. Diário Oficial/SC: Nº. 17.739. Portaria nº. 81, de 05 de outubro de 2005. PROJETO CONCLUÍDO.

LEI MUNICIPAL DE CULTURA 2006 – Apresentações do espetáculo infantil de bonecos “O MISTÉRIO DA LUZ DO BOTA” para escolas públicas municipais e estaduais do município de Florianópolis/SC. Diário Oficial/SC: Nº. 17.994. Projetos aprovados em julho de 2006. PROJETO CONCLUÍDO.

PRÊMIOS:

2010: EDITAL ELISABETE ANDERLE DE INCENTIVO À CULTURA 2008/2009. Montagem do espetáculo infantil de bonecos "LÁ, NO FUNDO DO MAR ..." PROJETO CONCLUÍDO - ETAPA DE APRESENTAÇÕES.

2012: EDITAL DE APOIO ÀS CULTURAS 2012, do Fundo Municipal de Cultura de Florianópolis/SC. Montagem do espetáculo "DIÁLOGO EM PRETO E BRANCO PARA MONÓLOGO DE MIGUEL". PROJETO CONCLUÍDO.

2017: CHAMAMENTO DE PROJETOS nº 01/2016, parceria MinC/SOL-SC. Projeto "MEMÓRIAS DA RESISTÊNCIA". PROJETO EM DESENVOLVIMENTO.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Sobre

A Cia. Embróglio nasceu em 2004 como APATOTADOTEATRO. A alteração de sua razão social ocorreu em 2013. Possui foco na pesquisa das diversas linguagens teatrais com foco na formação de público.



EQUIPE

Gustavo Bieberbach: Ator e produtor. Professor substituto do Curso de Teatro da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC). Doutorando e Mestre em Literatura pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), 2015, possui bacharelado em Artes Cênicas também pela UFSC (2013), com habilitação em atuação, direção, dramaturgia e performance, e em Arquitetura e Urbanismo pela Fundação Universidade Regional de Blumenau (FURB) 2001. Participou de cursos de aperfeiçoamento com Cacá Corrêa (Cia. Stravaganza), Tiche Vianna (Grupo Barracão), Grupo LUME (Oficina Cortejo), Sassá Moretti (UFSC), John Mowat (Inglaterra), Lucio Herrera (UNAM/México), Teresa Pessenti (Fonoaudióloga e Bacharel em artes cênicas), entre outros. Trabalha como ator desde 2004, atuando em espetáuclos contemplados em diversos editais de apoio à Cultura, de Florianóplis do estado de Santa Catarina, além de espetáculo premiado para circulação nacional, e seleção em edital de Projetos Culturais (2016) que contemplou Memórias da Resistência.


Mariana Corale: atriz, bailarina e diretora de Teatro. É mestranda em Teatro, na linha de pesquisa Linguagens Cênicas: Corpo e Subjetividade, na Universidade Estadual de Santa Catarina (Udesc). É formada em Arte: Crítica e Curadoria, pela PUC - São Paulo, latu-sensu, 2012. Possui graduação em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas (2003).
Principais trabalhos: A peça didática de Baden-baden sobre o acordo, Água desnuda (direção), O Rouxinol do Imperador, Casca!, e Ontem à noite caía o sol. De volta a Santa Catarina, em 2016, é convidada pela Cia. Embróglio a dirigir o espetáculo Maçã Podre, de Alejandro Robino. O texto denso tornou-se seu novo desafio. Com três atores, o espetáculo, após um longo período de imersão, estreia na Ilha de Santa Catarina.

Rafael Motta: É Iluminador, cenotécnico, técnico de luz e som. Trabalhou com as seguintes companhias: Cia Balagan, Pia Fraus, Maracujá Laboratório de Artes, Cia. da Tribo e Bonecas Quebradas (RJ). Principais trabalhos: Casca! e Ontem à noite caía o sol.

Ricardo Goulart: Ator. Doutorando Mestre em Teatro pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), 2016, possui bacharelado em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), 2013, com habilitação em atuação, direção, dramaturgia e performance. Possui cursos de aperfeiçoamento com diversos diretores de teatro, como Fernando Faria (UNILA), John Mowat (Inglaterra), Lucio Herrera (UNAM/México), Teresa Pessenti (Fonoaudióloga e Bacharel em artes cênicas), entre outros. Principais trabalhos como ator: A Ponte (2009), Em frente à frente Argentina (2009) e Diálogo em preto e branco para monólogo de Miguel (Contemplado com o 1º Edital de apoio à Cultura, do Fundo Municipal de Florianópolis/2012) e Paper Macbeth (Contemplado pelo Prêmio Myriam Muniz 2012 - Circulação PR e SC e Edital Cultura 2014 – Circulação Salvador/BA).


COLABORADORES:


Bettina Berbigier: Gestora ambiental. Atualmente faz parte do Conselho Fiscal da entidade. 

Carol Boabaid: Arquiteta e Atriz. Uma das fundadoras da Cia e atualmente faz parte do Conselho Fiscal da entidade.  Principais trabalhos: O Despertar da Primavera, Lá no fundo do mar... e Sonho de uma noite de Verão (Espetáculo de encerramento Cênicas/UFSC 2011).

Eduardo Osorio: Ator e fundador do grupo de pesquisa teatral Boa Companhia - Campinas/SC. Formado pela UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas onde realizou seu mestrado e doutorou-se em 2010 com a tese O animal humano e o corpo cênico. Com a Boa Companhia realizou montagens de textos de Shakespeare, Brecht, Nelson Rodrigues entre outros, além de algumas adaptações de textos de Franz Kafka para o palco.
Os principais trabalhos com o grupo foram PRIMUS, Cartas do Paraíso e Projeto Circo K, este realizado em parceria com o grupo Matula Teatro. Ainda com o grupo Boa Companhia realizou diversas oficinas, produziu e organizou a mostra de teatro, dança e música VaudaVila. Participou de três coproduções internacionais: Arena03 - Erlangen/Alemanha - 2003; o Espaço Cultural Malaposta - Portugal/Lisboa_ 2007; Teatro Universidad Católica - Santiago de Chile/Chile_ 2011. Dividiu o palco e a direção do espetáculo Portela, patrão; Mário, motorista com Daves Otani. Trabalhou com os diretores João das Neves - Primeiras Histórias e As Polacas – flores do lodo, Marcelo Lazzaratto - Esperando Godot, Claudia Echenique - A falecida, Francisco Medeiros - Banho & Tosa e Rui Cortez - Projeto Karamázov.

Nara Temosko: Atriz e Assistente de produção da Companhia. Principais trabalhos: As bruxas de Cascaes (Cia. Vanguarda) e O Despertar da Primavera.

Valéria Binatti: Cinegrafista e Assistente de direção. Atualmente é uma das produtoras do Espaço Experimental Engenho do Zé. Principais trabalhos: Arquivo Franklin e Lá, no fundo do mar...(assistente de direção).

Têre Manfred: Atriz e artesã, atua na Assessoria de Produção dos bastidores, tanto camarim, bilheteria e platéia. Principais trabalhos: Quem planta colhe, O Despertar da Primavera e O Mistério da Luz do Bota.


Zeca Xavier: Ator e apresentador de TV. Atualmente é um dos produtores do Espaço Experimental Engenho do Zé. Principais trabalhos: Gota d'água (Grupo Armação) e Porcos com asas (Cia. La nave vá).



QUEM JÁ COLABOROU:



Cacá Corrêa (in memorian), Cleide Pessoa, Daniel Niles, Debora Reichman, Ênio Gracez do Espírito Santo, Fábio de Souza, Franklin Perciccote, Ilze Körting, Júlia Pinto, Marcos Reis, Maria Carolina Vieira, Moacir Popi, Neno Cardoso, Letícia Nascimento, Regina Zarling (in memorian), Rafael Popi, Rochele Alano e Rodolfo de Carvalho.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

CONTATO

Cia. eMbRóGlIo


Fundado em 1° de Setembro de 2004, por Ricardo de Faria Corrêa (Cacá), Luiz Gustavo Bieberbach Engroff, Ênio Gracez do Espírito Santo e Maria Terezinha de Souza (Têre).

Contato:
Gustavo Bieberbach - Presidente / Diretoria (2017 - 2019) 
(48) 99105.5939



Sede: Servidão Dejalma Manuel Jorge (DaLéia) ou Servidão da Léia, 276 - Casa 01 - Praia do Santinho - Florianópolis -SC / CNPJ: 08.812.447/0001-77